239ª Sessão Ordinária da 4ª Sessão Legislativa da 17ª Legislatura

Acompanhe o resumo da 239ª Sessão Ordinária da 4ª Sessão Legislativa da 17ª Legislatura, acontecida no dia 10/03/2020

 

Sessão: 239ª Sessão Ordinária da 4ª Sessão Legislativa da 17ª Legislatura

Data: 10 de Março de 2020

Presidente: Rubens Darlan de Morais Lobo

Estiveram presentes os parlamentares: Jose Adauto Araujo Ramos, Auricelia Bezerra, Antonio Vieira Neto, Cicero Jose da Silva, Cicero Claudionor Lima Mota, Damian Lima Calu, José David Araujo da Silva, Francisco Demontier Araujo Granjeiro, Domingos Savio Morais Borges, Jacqueline Ferreira Gouveia, Marcio Andre Lima de Meneses, Rosane Matos Macedo, José Nivaldo Cabral de Moura, Valmir Domingos da Silva, Jose Barreto Couto Filho,

Apresentadas proposições: Não há proposições a serem apresentadas no expediente

Não há proposições a serem deliberadas na ordem do dia

Novo Fundeb em tramitação: confira o que pode mudar com a proposta

Fundo criado para garantir os investimentos na educação básica vence em 31 de dezembro deste ano. A expectativa é aprovar um novo texto, antes que o anterior expire. Proposta ainda tramita em comissão da Câmara.

O texto que prevê a criação de um novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) está em tramitação na Câmara dos Deputados, mas a análise do texto foi adiada. Nesta quarta-feira (4), os deputados deveriam voltar a debater pontos do novo fundo, mas a reunião foi cancelada.

Instituído em 2006 e regulamentado em 2007, o atual Fundeb tem prazo de validade: ele vence em 31 de dezembro deste ano. A expectativa é que, antes que expire, um novo texto seja aprovado na Câmara e no Senado para garantir os repasses para o financiamento à educação.

O Fundeb foi criado para garantir os investimentos na educação básica – o que inclui creches, pré-escolas, educação infantil, ensino fundamental, ensino médio e educação de jovens e adultos (EJA).

“O Fundeb é crucial. A cada R$ 10 investidos na educação básica no Brasil, R$ 6 estão dentro do Fundeb”, afirma João Marcelo Borges, diretor de Estratégia Política do Todos Pela Educação.

Em 2019, o Fundeb reuniu R$ 166,61 bilhões – R$ 151,4 bilhões de arrecadação estadual e municipal, e R$ 15,14 bilhões da União. Nove estados precisaram receber a complementação do governo federal para atingir o mínimo do valor por aluno: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco e Piauí.

Luta contra a desigualdade

Para Ricardo Henriques, superintendente executivo do Instituto Unibanco, ex-secretário de alfabetização do Ministério da Educação (MEC), o Fundeb contribuiu para a redução da desigualdade entre municípios. Ele afirma que há estudos que apontam que o fundo ajudou a

 

  • aumentar a contratação de professores, que levou à redução do número de alunos por turma
  • melhorar a qualificação média dos docentes
  • aumentar a frequência escolar.

 

O Fundeb é composto por 26 fundos estaduais e um fundo do Distrito Federal, e recebe complementação da União. A ideia é assegurar ao menos o valor mínimo na formação de todo estudante do país, já que os valores arrecadados pelos estados variam conforme a economia local.

Propostas do novo Fundeb

Um dos textos com trâmite mais avançado é a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) elaborada pela relatora Professora Dorinha Seabra (DEM-TO).

Na semana passada, o texto foi apresentado na comissão especial da Câmara dos Deputados, que trata sobre o tema. A expectativa era de que fosse votado, mas houve um pedido de vista coletiva (mais tempo para analisar a matéria). Nesta quarta, ele deve volta à pauta.

A proposta da Professora Dorinha é aumentar a participação da União e tornar o Fundeb permanente, sem prazo para expirar. Outras mudanças incluem incorporar o salário-educação, autorizar ou não o pagamento de inativos, estabelecer o piso para o pagamento de salário de professores, entre outras.

Confira abaixo alguns pontos:

  • Aumento da participação da União

A proposta da Professora Dorinha prevê que a União aumente a sua participação de 10% a 20% até 2026, de forma escalonada. Caso a proposta seja aprovada como está, o aumento irá para 15% em 2021 e aumentará um ponto percentual por ano até chegar em 20% em 2026.

Uma das críticas é prever de onde viriam os recursos, já que o país enfrenta queda na arrecadação.

  • Salário-educação incorporado ao Fundeb

Para aumentar a participação da União, a proposta analisada na Câmara prevê que os recursos venham de outro mecanismo de fomento ao ensino: o salário-educação, que também é composto por recursos de estados, municípios e da União. Atualmente, ele paga programas como o de transporte escolar; alimentação; livro didático e o “dinheiro na escola”, um mecanismo de repasse do Ministério da Educação (MEC) diretamente às instituições de ensino.

Para a Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação (Fineduca), na prática, a medida causaria efeito inverso: tiraria recursos dos programas e não aumentaria o repasse da União no Fundeb, se considerado o total. Em nota técnica, a instituição afirmou que a complementação da União ficaria em 11,6% ou 15,8% – e não 20%, como se prevê.

“Esse recurso [salário-educação], que pode entrar agora no Fundeb, inviabiliza aspectos fundamentais da educação, como a alimentação escolar. Não estão colocando dinheiro novo, mas está atribuindo um dinheiro – que já é utilizado para um fim –, para o Fundeb e isso vai desestabilizar o sistema de ensino”, afirma Daniel Cara, coordenador-geral da Campanha Nacional pelo Direito à Educação.

  • Repasses vinculados ao desempenho

Uma das propostas é que, entre os 20% da União, parte do percentual (2,5%) seja distribuído conforme o desempenho no Sistema Nacional de Avaliação de Educação Básica (Saeb). Na mais recente avaliação, o Saeb apontou que 7 a cada 10 alunos do ensino médio têm nível insuficiente em português e matemática.

Especialistas afirmam, no entanto, que este mecanismo pode contribuir para a desigualdade na educação, porque premia escolas que já estão com bons resultados e não ajuda outras a melhorarem os índices.

Outro ponto é que o texto prevê que os recursos começariam a ser pagos em 2022. “Na prática, as redes de ensino teriam 1 ano, no máximo 1 ano e meio, para cumprir todas as condicionalidades. Ou as medidas serão fáceis de serem atingidas, e portanto serão inócuas, ou serão difíceis e poucas redes poderão cumpri-las”, afirma João Marcelo Borges, diretor de Estratégia Política do Todos Pela Educação.

Apesar do prazo em questão, Borges é a favor da proposta porque vai incentivar a melhoria da educação em busca de resultados. “O importante deste novo Fundeb é que o texto da relatora contém esta preocupação dupla de ter mais recursos para a educação, aliado a melhores páticas educacionais, que geram mais resultados”, diz.

  • Piso para o pagamento de salários

Atualmente, o Fundeb prevê que 60% dos recursos devem ser para o pagamento de professores. A proposta da professora Dorinha é elevar o percentual para 70%, trocando a definição “professores” por “profissionais da educação” – o que pode incluir secretárias, merendeiras, entre outros.

O objetivo é promover a valorização dos salários, mas alguns deputados criticam o ponto por acharem arriscado vincular pagamentos à constituição, o que pode levar a problemas com a Lei de Responsabilidade Fiscal.

  • Pagamento de inativos

Governadores dos estados do Sul e do Sudeste defendem que os recursos do Fundeb também possam ser destinados ao pagamento de inativos (aposentados). Atualmente, o texto em tramitação não prevê esta prática, mas o tema pode voltar ao debate durante a tramitação da PEC.

238ª Sessão Ordinária da 4ª Sessão Legislativa da 17ª Legislatura

Acompanhe o resumo da 238ª Sessão Ordinária da 4ª Sessão Legislativa da 17ª Legislatura, acontecida no dia 05/03/2020

 

Sessão: 238ª Sessão Ordinária da 4ª Sessão Legislativa da 17ª Legislatura

Data: 5 de Março de 2020

Presidente: Rubens Darlan de Morais Lobo

Estiveram presentes os parlamentares: Jose Adauto Araujo Ramos, Auricelia Bezerra, Antonio Vieira Neto, Cicero Jose da Silva, Cicero Claudionor Lima Mota, Damian Lima Calu, José David Araujo da Silva, Francisco Demontier Araujo Granjeiro, Domingos Savio Morais Borges, Jacqueline Ferreira Gouveia, Marcio Andre Lima de Meneses, Rosane Matos Macedo, José Nivaldo Cabral de Moura, Valmir Domingos da Silva, Jose Barreto Couto Filho,

Apresentadas proposições: Não há proposições a serem apresentadas no expediente

Não há proposições a serem deliberadas na ordem do dia

Combate ao Aedes Aegypti: prevenção e controle da Dengue, Chikungunya e Zika

A Câmara Municipal convoca a população a continuar, de forma permanente, com a mobilização nacional pelo combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré, o Aedes Aegypti.

A Câmara Municipal convoca os munícipes, de forma permanente, para se mobilizarem  no combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya, doenças que podem gerar outras enfermidades, como microcefalia e Guillain-Barré, o Aedes Aegypti.

O período do verão é o mais propício à proliferação do mosquito Aedes aegypti, por causa das chuvas, e consequentemente é a época de maior risco de infecção por essas doenças. No entanto, a recomendação é não descuidar nenhum dia do ano e manter todas as posturas possíveis em ação para prevenir focos em qualquer época do ano.

Por isso, a população deve ficar atenta e redobrar os cuidados para eliminar possíveis criadouros do mosquito. Essa é a única forma de prevenção. Faça a sua parte. #CombateAedes

DENUNCIE FOCOS DO MOSQUITO AEDES AEGYPTI:  Quando o foco do mosquito Aedes Aegypti é detectado e não pode ser eliminado pelos moradores ou pela população, como em terrenos baldios ou lixos acumulados na rua, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser acionada para remover os possíveis focos/criadouros. Faça sua parte!

237ª Sessão Ordinária da 4ª Sessão Legislativa da 17ª Legislatura

Acompanhe o resumo da 237ª Sessão Ordinária da 4ª Sessão Legislativa da 17ª Legislatura, acontecida no dia 03/03/2020

 

Sessão: 237ª Sessão Ordinária da 4ª Sessão Legislativa da 17ª Legislatura

Data: 3 de Março de 2020

Presidente: Rubens Darlan de Morais Lobo

Estiveram presentes os parlamentares: Jose Adauto Araujo Ramos, Auricelia Bezerra, Antonio Vieira Neto, Cicero Jose da Silva, Cicero Claudionor Lima Mota, Damian Lima Calu, José David Araujo da Silva, Francisco Demontier Araujo Granjeiro, Domingos Savio Morais Borges, Jacqueline Ferreira Gouveia, Marcio Andre Lima de Meneses, Rosane Matos Macedo, José Nivaldo Cabral de Moura, Valmir Domingos da Silva, Jose Barreto Couto Filho,

Apresentadas proposições: Não há proposições a serem apresentadas no expediente

Não há proposições a serem deliberadas na ordem do dia

Com 19 casos suspeitos, CE receberá kits para detecção de coronavírus

O Estado é um dos 15 escolhidos pelo Ministério da Saúde para receber o material que permite testes específicos para o novo coronavírus. A proposta é aumentar a capacidade laboratorial dos estados de diagnosticar a doença com eficácia

Desde o início das notificações sobre possíveis casos de coronavírus no Ceará, a Secretaria Estadual da Saúde (Sesa) já registrou 28 suspeitas da doença. Destas, até ontem (3) à tarde, nove foram descartadas. Outras 19 continuam em investigação. Na segunda-feira (2), o Ministério da Saúde anunciou que o Ceará será um dos 15 estados escolhidos para receber kits produzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para diagnóstico específico da doença. Com isto, não será mais preciso que a Sesa envie os exames de casos suspeitos para serem avaliados em outros estados.

Desde a última quinta-feira (27), a Sesa, a exemplo do Ministério da Saúde, divulga diariamente dados sobre as possíveis ocorrências de coronavírus. Dos nove casos descartados no Ceará, sete são de pessoas que moram em Fortaleza e outros dois em Sobral e Crateús. Dos 19 em análise, 18 na Capital e um em Caucaia. Atualmente, o procedimento para análise dos casos suspeitos ocorre em duas etapas, da seguinte forma: os pacientes que estão no Ceará (tenham viajado para países com transmissão ativa da doença e apresentam sintomas) procuram o sistema de saúde e fazem exames. Essas amostras são analisadas pelo Laboratório Central de Saúde Pública do Ceará (Lacen), em Fortaleza. O Lacen aponta, então, se estas pessoas estão com alguma doença que já circula no Ceará.

Nos nove casos descartados até o momento, por exemplo, foram confirmados que os pacientes estavam, dentre outros, com influenzas B, A (H1N1), A (H3N2), metapneumovírus e rinovírus – vírus que já circulam no Estado.

No entanto, se nos casos em investigação não seja identificada nenhuma dessas doenças já circulantes, as amostras coletadas devem ser enviadas para um dos Centros Nacionais de Influenza: a Fiocruz (Rio de Janeiro), o Instituto Evandro Chagas (Pará), ou Instituto Adolfo Lutz (São Paulo). Só essas instituições, até então, podem confirmar ou descartar a infecção específica por coronavírus. Pois, detêm os equipamentos necessários para esse procedimento.

Mudanças

Com o anúncio do Ministério da Saúde, esse procedimento deverá mudar, pois, inicialmente, os Lacens de 15 estados do país (Amazonas, Pará, Roraima, Bahia, Ceará, Pernambuco, Sergipe, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Distrito Federal, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Paraná e Santa Catarina) receberão os kits para o teste específico e evitarão que as amostras, da segunda etapa, sejam enviadas para as instituições mencionadas.

Segundo a Fiocruz, nesta semana, os cientistas iniciam a produção de protótipos de kits com insumos para a realização de 30 mil testes diagnósticos para o novo coronavírus. Em nota, a instituição explica que o Ministério da Saúde “encomendou à Fiocruz o desenvolvimento e a produção dos kits para diagnóstico laboratorial destinados à atender a rede de laboratórios públicos de todo o País”. A Fiocruz também fará a capacitação de laboratórios públicos dos diversos estados para garantir a realização dos testes específicos.

A Fiocruz garante ainda que tem a capacidade de produzir de 25 a 30 mil testes semanais e o ritmo de produção seguirá conforme a demanda do Ministério da Saúde. Questionada sobre quando os kits chegarão ao Ceará, a Fiocruz informa apenas que “a expectativa é de que seja ao longo das próximas duas semanas”. Além disso, “em 20 dias, todos os laboratórios centrais devem estar aptos a realizar os testes para diagnóstico do novo coronavírus”, completa.

Segundo a instituição, os testes usam a mesma técnica para diagnóstico por RT-PCR em tempo real do coronavírus, capaz de detectar o genoma viral. O tempo para resultados dos exames é de até 72h. Indagada sobre prazos e quantidades de kits, a Sesa informou que ainda não tem informações oficiais de quando os insumos chegarão ao Estado.

Começa nesta segunda o prazo para entregar a declaração do Imposto de Renda 2020

Prazo vai até 30 de abril. Receita Federal espera receber 32 milhões de declarações.

Começa nesta segunda-feira (2), a partir das 8h, a temporada de entrega da entrega da declaração do Imposto de Renda 2020 (ano-base 2019).

O prazo vai até as 23h59 do dia 30 de abril, mas os contribuintes que enviarem a declaração no início do prazo, sem erros, omissões ou inconsistências, receberão mais cedo as restituições do Imposto de Renda, se tiverem direito a ela. Idosos, portadores de doença grave e deficientes físicos ou mentais têm prioridade..

A multa para o contribuinte que não fizer a declaração ou entregá-la fora do prazo será de, no mínimo, R$ 165,74. O valor máximo será correspondente a 20% do imposto devido.

O programa para fazer a declaração está disponível no site da Receita (clique aqui). A Receita Federal espera receber 32 milhões de declarações.

Receita Federal divulga regras do Imposto de Renda 2020

Quem deve declarar?

  • Deve declarar o IR neste ano quem recebeu rendimentos tributáveis acima de R$ 28.559,70 em 2019. O valor é o mesmo da declaração do IR do ano passado.
  • Contribuintes que receberam rendimentos isentos, não-tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte, cuja soma tenha sido superior a R$ 40 mil no ano passado;
  • Quem obteve, em qualquer mês de 2019, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas;
  • Quem teve, em 2019, receita bruta em valor superior a R$ 142.798,50 em atividade rural;
  • Quem tinha, até 31 de dezembro de 2019, a posse ou a propriedade de bens ou direitos, inclusive terra nua, de valor total superior a R$ 300 mil;
  • Quem passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês do ano passado e nessa condição encontrava-se em 31 de dezembro de 2019;
  • Quem optou pela isenção do imposto incidente em valor obtido na venda de imóveis residenciais cujo produto da venda seja aplicado na aquisição de imóveis residenciais localizados no país, no prazo de 180 dias, contado da celebração do contrato de venda.

Fonte: G1

Não Divulgue Fake News do Novo Corona Vírus

Não compartilhe esta notícia, as informações são falsas! Até o momento, não há nenhum medicamento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus.

Não compartilhe esta notícia, as informações são falsas!

Até o momento, não há nenhum medicamento específico ou vacina que possa prevenir a infecção pelo novo coronavírus.

As recomendações de prevenção feitas pelo Ministério da Saúde são:

  • Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas
  • Realizar lavagem frequente das mãos
  • Utilizar lenço descartável para higiene nasal
  • Cobrir nariz e boca quando espirrar ou tossir
  • Evitar tocar mucosas de olhos, nariz e boca
  • Higienizar as mãos após tossir ou espirrar
  • Não compartilhar objetos de uso pessoal
  • Manter os ambientes bem ventilados
  • Evitar contato próximo a pessoas que apresentem sinais ou sintomas da doença
  • Evitar contato próximo com animais selvagens e animais doentes em fazendas ou criações.
  • Para saber mais sobre a doença, acesse: saude.gov.br/novo-coronavirus

 

Exército afirma que não pode retirar policiais militares amotinados de escola ocupada em Fortaleza

Comando da 10ª Região Militar informou que as ações da Operação Mandacaru não incluem reintegração de posse

O comando da 10ª Região Militar informou que as ações da Operação Mandacaru não incluem reintegração de posse, após pedido de apoio da Secretaria da Educação do Estado do Ceará (Seduc) para garantir as aulas na Escola de Ensino Fundamental e Médio (EEFM) José Bezerra de Menezes, no bairro Antônio Bezerra. A unidade foi ocupada por pessoas que se identificaram como policiais durante a paralisação de parte da PM no estado.

Conforme o Exército, as atividades da Operação  “estão restritas às atividades relacionadas às Operações GLO (Garantia da Lei e da Ordem), determinadas por Decreto Presidencial”. “Seria necessário buscar nos órgãos responsáveis as providências que estão sendo tomadas”, completa o informe.

Policiais militares votam por encerrar motim no Ceará

Maioria dos policiais que estavam amotinados no 18º Batalhão da Polícia Militar decidiu pelo fim da manifestação que durou 13 dias. Categoria deve voltar às ruas nesta segunda-feira (2).

Os agentes da Polícia Militar que ainda permaneciam amotinados no 18º Batalhão, em Fortaleza, decidiram por terminar o motim na noite deste domingo (1º). Os policiais votaram por acatar a proposta definida no mesmo dia pela comissão especial formada por membros dos três poderes no Ceará, assim como por representantes dos PMs.

Um dos pontos do acordo é que os policiais retornem aos postos de trabalho nesta segunda-feira (2).

A proposta concedida pela comissão apresenta os seguintes tópicos:

 

  • Os policiais terão apoio de instituições que não pertencem ao Governo do Estado, como Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Defensoria Pública e Exército;
  • Os policiais terão direito a um processo legal sem perseguição, com amplo direito a defesa e contraditório, e acompanhamento das instituições mencionadas anteriormente;
  • O governo do Ceará não vai realizar transferências de policiais para trabalhar no interior do estado em um prazo de 60 dias contados a partir do fim do motim;
  • Os policiais militares devem retornar ao trabalho já no dia 2 de março, esta segunda-feira.

 

As propostas foram apresentadas pelo ex-deputado federal Cabo Sabino, líder dos policiais amotinados e que tem mandado de prisão em aberto por motim. “Vocês acabaram de assinar minha demissão”, afirmou Sabino, após a votação.

A principal reivindicação dos policiais para encerrar o motim, que era anistiar os militares envolvidos na manifestação, não foi atendida pelo Governo do Estado.